O Congresso Brasileiro de Engenharia Química – COBEQ é o evento de maior relevância nacional em Engenharia Química. Estabelece bianualmente um ambiente de encontro para profissionais da academia e indústria apresentarem e discutirem temáticas proeminentes e atuais, relacionadas à pesquisa e aplicação da engenharia química no Brasil e no mundo. Em 2018, o COBEQ volta ao seu local de origem, onde a primeira e a segunda edição do congresso foram realizadas: São Paulo, capital do estado e berço da industrialização brasileira. Além disto, assim como na primeira e segunda edição do evento, realizadas em 1976 e 1977, o COBEQ 2018 será organizado pelo Departamento de Engenharia Química da Escola Politécnica da USP, um dos cursos pioneiros de engenharia química no Brasil, criado em 1925. As temáticas educacionais são objeto de outro evento integrado ao COBEQ, o ENBEQ – Encontro Brasileiro sobre o Ensino de Engenharia Química, que propicia uma rica troca de experiências sobre formação no âmbito da graduação e pós-graduação, envolvendo instituições de ensino públicas e privadas. O ENBEQ foi importante para estabelecer o formato atual dos cursos no país e, em anos recentes, tem induzido mecanismos de melhoria contínua na formação dos engenheiros químicos. O COBEQ e o ENBEQ são realizações da Associação Brasileira de Engenharia Química – ABEQ, entidade de abrangência nacional que congrega profissionais da academia e da indústria. Na edição de 2018, o 22º COBEQ será realizado 23 a 26 de setembro no Hotel Maksoud Plaza, enquanto o 17º ENBEQ terá lugar dias 27 e 28 em São Paulo.
 
Maiores informações acesse: http://www.cobeq2018.com.br/
Sexta, 16 Fevereiro 2018 18:28

Cursos ABEQ 2018

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CURSO Mês DURAÇÃO (DIAS) LOCAL Professor DATA PREVISTA
1 Inteligência Regulatória na Exportação de Substâncias Químicas Maio 1 CRQ Nicia M. Fusaro Mourão 11/mai
2 Balanços de Material e Energia - Usando o Solver do Excel Junho 1/2 CRQ Gonzalo S. Gonzalez 15/jun
3 Otimização de Processos Julho 2 CRQ Bruno Santoro e José Eduardo Alves Graciano 5 e 6/jul
4 Sistemas de Alívio de Pressão Julho 5 CRQ Danniel L. Panza, Fadlo E. Haddad 9 até 13/jul
5 Movimentação de Fluidos Julho 1/2 CRQ Gonzalo S. Gonzalez 20/jul
6 Simulação de Processos Julho 2 CRQ Galo Carillo Le Roux, Arson Vianna Dos Santos Jr. 26 e 27/jul
7 Scale-up de Processos Agosto 2 CRQ Joaquín Ariel Morón Villarreyes  16 e 17/ago
8 Adsorção Agosto 2 CRQ Luís Augusto Martins Ruotolo e Francisco Nogueira 14 e 15/ago
9 Gestão de Riscos Industriais Outubro 2 CRQ Rui Anacleto 25 e 26/out
10 Cristalização Industrial Novembro 2+1 2 - CRQ/ 1 - USP André Bernardo, Marcelo M. Seckler, Sônia D. Ferreira Rocha  07 e 08/nov
11 Agitação e Misturas Novembro 1 CRQ Efraim Cekinski, Celso Fernandes Joaquim Jr. 23/nov
12 Processos de Aglomeração de Sólidos Novembro 2 CRQ Estebam Rivero 22 e 23/nov

 

 

 

 

Sexta, 16 Fevereiro 2018 18:10

Parceria em Cursos In Company

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"Em Parceria com a Embaixada Americana, lançamos um curso totalmente voltado ao âmbito profissional, IN COMPANY, curso com horário adequado ao expediente de trabalho de sua empresa, aulas individuais ou em grupos com nossos professores, focado sempre no maior aproveitamento dos alunos em sala de aula, material didático elaborado pelo próprio ccbeu,garantindo toda a nossa qualidade e no final do curso o certificado reconhecido pela embaixada americana. Nosso objetivo é a qualidade dos cursos e a satisfação do aluno." Centro Cultural Brasil Estados Unidos - CCBEU

 

 

 

 

Sexta, 09 Fevereiro 2018 18:17

Horário de Funcionamento Semana de Carnaval

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O Conselho Regional de Química 6º Região informa que no período de 10 à 14/02/2018 não haverá expediente. Retornaremos no dia 15/02/2018 em nosso horário normal.

A indústria química brasileira encerrou 2017 com um faturamento líquido de US$ 119,6 bilhões, segundo estimativa da Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim e associações específicas dos segmentos ligados ao setor. O faturamento estimado para o ano é 9,5% superior ao registrado em 2016, quando a indústria química faturou US$ 109,2 bilhões. Apesar do crescimento em relação ao ano anterior o setor ainda está muito abaixo do resultado alcançado em 2014, quando encerrou o ano com um faturamento de US$ 146,9 bilhões.

O déficit da balança comercial de produtos químicos deverá fechar o ano em US$ 23,2 bilhões, pois o Brasil terá importado US$ 36,8 bilhões em produtos químicos e exportado US$ 13,6 bilhões. Entre os segmentos, o destaque é o de Produtos Químicos de Uso Industrial, representado pela Abiquim, que deverá encerrar 2017 com um faturamento de US$ 58,1 bilhões. O volume da produção de produtos químicos de uso industrial, medido em toneladas, deve crescer 0,9% em relação ao ano anterior, impulsionado pela retomada da economia.

Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, surpreendentemente, apesar das dificuldades do início do ano, 2017 foi salvo por resultados mais favoráveis no segundo semestre, encerrando acima de 2016, tanto em volumes quanto em valores. “Vale destacar que os resultados de produção e vendas poderiam ter sido muito melhores não fossem os problemas estruturais de falta de competitividade. As oportunidades voltaram via elevação da demanda interna, que cresceu mais de 7% e foi suprida basicamente por importações, que representaram quase 40% de tudo o que País consume de químicos”, analisa Fátima.

A indústria química brasileira se manteve na 8ª posição no ranking mundial, que considerou o faturamento de 2016, quando a indústria faturou US$ 109 bilhões. Estão a frente do Brasil no ranking: China, Estados Unidos, Japão, Alemanha, Coreia do Sul, Índia e França. O setor químico brasileiro, representando 10,8% de toda a indústria de transformação, se manteve na terceira posição no PIB industrial nacional.

A Abiquim também acompanha a previsão de investimento no setor e a projeção é de que sejam investidos US$ 3,3 bilhões no setor de 2018 a 2022. De acordo com o presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo, o volume de investimentos para os próximos anos é baixo e contempla basicamente a manutenção das plantas já existentes. “Enquanto o Brasil não tiver uma política industrial que ofereça isonomia competitiva à indústria química não serão feitos grandes investimentos no Brasil. O preço do gás-natural no País é de 2,5 a 3 vezes mais caro do preço praticado nos Estados Unidos, também temos a energia mais cara do mundo”, avalia Figueiredo.

Os dados do desempenho da indústria química foram apresentados na 22ª edição do ENAIQ – Encontro Anual da Indústria Química, realizado pela Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química, na manhã do dia 8 de dezembro, no WTC Events Center, em São Paulo. O ENAIQ teve patrocínio da Basf, Birla Carbon, Braskem, Cesari, Clariant, Deten Química, Dow, Du Pont, Elekeiroz, Ingevity, Innova, Nitro Química, Oxiteno, Rhodia Solvay, Unipar, Unigel, Ultracargo e White Martins.

O livreto “O Desempenho da Indústria Química em 2017” está disponível para download na home do site da Abiquim (www.abiquim.org.br).

Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química (www.abiquim.org.br) é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 16 de junho de 1964, que congrega indústrias químicas de grande, médio e pequeno portes, bem como prestadores de serviços ao setor químico nas áreas de logística, transporte, gerenciamento de resíduos e atendimento a emergências. A associação realiza o acompanhamento estatístico do setor, promove estudos específicos sobre as atividades e produtos da indústria química, acompanha as mudanças na legislação e assessora as empresas associadas em assuntos econômicos, técnicos e de comércio exterior. A entidade ainda representa o setor nas negociações de acordos internacionais relacionados a produtos químicos.

 

Fonte: Abiquim

Com retomada da atividade econômica e safra de grãos recorde, quantidades importadas são as maiores de todos os tempos

O Brasil importou US$ 37,2 bilhões em produtos químicos em 2017, valor pago pela aquisição de mais de 43,1 milhões de toneladas entre as diversas mercadorias acompanhadas pela Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim no âmbito da balança comercial setorial. O déficit na balança comercial de produtos químicos totalizou US$ 23,4 bilhões em 2017, fato que reverteu a série de três anos consecutivos de reduções pela qual o indicador passava (em 2014, de US$ 31,2 bilhões; em 2015, de US$ 25,4 bilhões; e em 2016, de US$ 22,0 bilhões).

Na comparação com os resultados de 2016, houve um aumento de 8,8% no valor monetário das importações, já as quantidades físicas adquiridas foram 14,9% superiores. Os principais fatores que levaram a esse aumento do déficit em produtos químicos se destacam: a retomada da atividade econômica nacional, a safra de grãos recorde e a ausência de investimentos produtivos, que pudessem suprir essa nova demanda com o incremento da produção nacional.

Em termos históricos, as quantidades importadas em 2017 são as maiores de todos os tempos. Quando comparadas com as 37,5 milhões de toneladas de 2013, ano em que foi registrado o maior déficit no histórico da balança comercial de produtos químicos, de US$ 32,0 bilhões, observa-se um aumento de 15%, gerado pelo crescimento na importação de produtos químicos para o agronegócio, que poderiam ser fabricados no País. Entre os grupos acompanhados, os intermediários para fertilizantes foram o principal item da pauta de importação do setor com compras de mais de US$ 6,4 bilhões, em 2017, equivalentes a 60,7% (26,2 milhões de toneladas) das 43,1 milhões de toneladas em compras externas de produtos químicos.

As exportações brasileiras de produtos químicos, por sua vez, de US$ 13,7 bilhões, em 2017, aumentaram 13,0% na comparação com o ano anterior, com movimentação de 16,5 milhões de toneladas para os mais diversos mercados de destino. As resinas termoplásticas, com vendas externas de US$ 2,3 bilhões, foram os produtos químicos mais exportados, não obstante redução de 2,6% nas quantidades exportadas desses produtos na comparação com 2016.

Avaliando-se as trocas comerciais com os principais blocos econômicos regionais, em 2017, o Brasil foi superavitário apenas em relação aos países vizinhos e históricos parceiros comerciais, do Mercosul e da Associação Latino Americana de Integração – Aladi, respectivamente saldos comerciais de US$ 911 milhões e de US$ 829 milhões. Entretanto, foram novamente registrados resultados estruturais negativos expressivos em relação à União Europeia e ao Nafta (América do Norte), que somados ultrapassaram um déficit agregado de US$ 13,7 bilhões, além de um crescente desbalanceamento de 6,5% ao ano com a Ásia (déficit se amplia de US$ 4,3 bilhões em 2010 para US$ 6,7 bilhões em 2017).

Para o presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo, apesar da importância do agronegócio e da extração mineral para garantir divisas aos compromissos financeiros externos nacionais, o Brasil não pode planejar o futuro da nação com base na exportação de commodities primárias, fortemente sujeitas a variações substanciais de preços no mercado internacional. “É imperativo gerar empregos e renda com agregação de valor às riquezas naturais brasileiras em território nacional. Não se pode conceber como excelentes projetos de investimento de fertilizantes e de intermediários químicos como metanol, entre outros que usam o gás natural como matéria-prima, por exemplo, se efetivem em diversos países que não dispõem de reversas comparáveis às brasileiras, mas que possuem políticas públicas asseguradoras dessa produção local. Exportar bens primários para importar transformados de alto valor agregado não é uma estratégia condizente aos desafios e às oportunidades que se observam para os próximos anos e muito menos ao próprio tamanho do Brasil no mundo”, destaca Figueiredo.  

Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química (www.abiquim.org.br) é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 16 de junho de 1964, que congrega indústrias químicas de grande, médio e pequeno portes, bem como prestadores de serviços ao setor químico nas áreas de logística, transporte, gerenciamento de resíduos e atendimento a emergências. A associação realiza o acompanhamento estatístico do setor, promove estudos específicos sobre as atividades e produtos da indústria química, acompanha as mudanças na legislação e assessora as empresas associadas em assuntos econômicos, técnicos e de comércio exterior. A entidade ainda representa o setor nas negociações de acordos internacionais relacionados a produtos químicos.

 

Fontem: Abiquim

São Paulo, 31/01/2018 – A demanda nacional por produtos químicos de uso industrial, medida pelo consumo aparente nacional (CAN), levantado pela Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim, encerrou 2017 com crescimento de 6% sobre o ano anterior. O crescimento foi alcançado pela retomada da atividade econômica em setores que são clientes da indústria química como a indústria automobilística, linha branca, construção civil, entre outras. Outro fator é a fraca base de comparação dos três anos anteriores.

A produção local teve alta de 1,85% no ano passado com destaque para o resultado específico dos últimos três meses do ano, em que a variável cresceu expressivos 5,78% sobre igual período do ano anterior, registrando o melhor quarto trimestre dos últimos dez anos.

No entanto, a demanda de produtos químicos de uso industrial no mercado nacional vem sendo ocupado cada vez mais pelos produtos importados, que em 2017 tiveram alta de 21,1% sobre 2016 e passaram a representar 38% de toda a demanda nacional por produtos químicos, recorde desde 1990. Já as exportações tiveram um leve recuou e fecharam o ano com uma queda de -0,03% em igual período de temo. O aumento da presença dos produtos importados também afetou o uso da capacidade instalada que ficou em 79% em 2017, um ponto abaixo do patamar de 2016.

“A retomada da economia é positiva, mas a realidade é que o Brasil ainda é um dos países que menos crescem no mundo, com uma expectativa de crescimento do PIB de 2017 em 1,1%, segundo dados do Monitor do PIB da Fundação Getúlio Vargas”, afirma o presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo. O executivo ainda explica que o Brasil tem todas as ferramentas para crescer, pois já conta com as principais empresas multinacionais instaladas no País, além de empresas nacionais maduras e que se internacionalizaram. “O País ainda é rico em matéria-prima, biodiversidade, tem alto potencial para geração de energia limpa e será autossuficiente na produção de gás natural já em 2022. Estamos deixando de aproveitar a oportunidade de trabalhar em uma política industrial que agregue valor a nossa indústria e gere mais empregos de qualidade à população”.

A diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, avalia que para o setor químico é importante retomar as bases da competitividade para voltar a operar à plena carga e, no médio prazo, atrair investimentos em novas capacidades. “As dificuldades de competição no mercado doméstico se devem às matérias-primas, cujo custo é muito elevado no País, energia com peso excessivo de encargos, infraestrutura deficitária e cara, custo-Brasil, dentre outros pontos, que precisam ser atacados de forma contundente”.

 

Fonte: ABIQUIM

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